RITO DA MISSA
CELEBRADA COM O POVO
Primeira parte
Solene início da Vigília ou Celebração da Luz
Apagam-se as luzes da igreja.
Em um lugar conveniente, fora da igreja, prepara-se a fogueira. Estando o povo reunido em volta, aproxima-se o sacerdote com os ministros, trazendo um deles o círio pascal.
EXORTAÇÃO
O sacerdote saúda como de costume o povo reunido e explica-lhe brevemente o sentido da Vigília, com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres: Meus irmãos e minhas irmãs. Nesta noite santa, em que nosso Senhor Jesus Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos dispersos por toda a terra a se reunirem em vigília e oração. Se comemorarmos a Páscoa do Senhor ouvindo sua palavra e celebrando seus mistérios, podemos ter a firme esperança de participar do seu triunfo sobre a morte e de sua vida em Deus.
BÊNÇÃO DO FOGO NOVO
Em seguida, abençoa o fogo.
Pres: —Oremos...
—Ó Deus, que pelo vosso Filho trouxestes àqueles que creem o clarão da vossa luz, santificai + este novo fogo. Concedei que a festa da Páscoa acenda em nós tal desejo do céu, que possamos chegar purificados à festa da luz eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: —Amém.
Acende-se o círio pascal com o fogo novo.
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PREPARAÇÃO DO CÍRIO
Se, considerando a sensibilidade do povo, parecer oportuno realçar por meio de alguns símbolos a dignidade e significação do círio pascal, pode-se proceder do seguinte modo:
Terminada a bênção do fogo novo, o acólito ou um dos ministros traz o círio pascal ao sacerdote, que grava no mesmo uma cruz com o estilete. Em seguida, traça no alto da cruz a letra grega Alfa, embaixo a letra Ômega, e, entre os braços da cruz, os quatro algarismos que designam o ano em curso, enquanto diz o seguinte:
1. Cristo ontem e hoje (faz a incisão da haste vertical);
2. Princípio e Fim (faz a incisão da haste horizontal);
3. Alfa (faz a incisão da letra Alfa no alto da haste vertical);
4. e Ômega. (faz a incisão da letra Ômega embaixo da haste vertical);
5. A ele o tempo (faz a incisão do primeiro algarismo do ano em curso sobre o ângulo esquerdo superior da cruz);
6. e a eternidade (faz a incisão do segundo algarismo do ano em curso sobre o ângulo direito superior);
7. a glória e o poder (faz a incisão do terceiro algarismo do ano em curso no ângulo esquerdo inferior);
8. pelos séculos sem fim. Amém. (faz a incisão do quarto algarismo do ano em curso no ângulo direito inferior);
Feita a incisão da cruz e dos outros sinais, o sacerdote pode aplicar no círio cinco grãos de incenso, formando uma cruz e dizendo:
1. Por suas santas chagas,
2. suas chagas gloriosas
3. o Cristo Senhor
4. nos proteja
5. e nos guarde. Amém.
O sacerdote acende o círio pascal com o fogo novo, dizendo:
Pres: A luz do Cristo que ressuscita resplandecente dissipe as trevas de nosso coração e nossa mente.
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PROCISSÃO
O diácono (ou, na falta dele, o sacerdote) toma o círio e o ergue por algum tempo, cantando:
Pres: —Eis a luz de cristo!
E todos respondem:
Ass: —Demos graças a Deus!
Todos se dirigem para a igreja, precedidos pelo diácono com o círio pascal. Se for usado incenso, o turiferário com o turíbulo aceso vai à frente do diácono.
À porta da igreja, 0 diácono para e, erguendo o círio canta de novo:
Pres: —Eis a luz de Cristo!
E todos respondem:
Ass: —Demos graças a Deus!
O diácono, ao chegar diante do altar, volta-se para o povo e canta pela terceira vez:
Pres: —Eis a luz de Cristo!
E todos respondem:
Ass: —Demos graças a Deus!
Acendem-se então todas as luzes da igreja.
PROCLAMAÇÃO DA PÁSCOA
Proclamação da Páscoa Exulte o Céu
Chegando ao altar, o sacerdote vai para a sua cadeira. O diácono coloca o círio pascal no candelabro no centro do presbitério ou junto ao ambão. Depois de colocado o incenso se for o caso, o diácono, como para o Evangelho da Missa, pede a bênção ao sacerdote.
O diácono, ou, na falta dele, o sacerdote, incensa, se for o caso, o livro e o círio. Faz a proclamação da Páscoa, do ambão, ou no púlpito, estando todos de pé e com as velas acesas.
(https://www.youtube.com/watch?v=jWiLbLPO9K0)
—Exulte o céu e os anjos triunfantes
mensageiros de Deus, desçam cantando
façam soar trombetas fulgurantes
a vitória de um Rei anunciando.
—Alegre-se também a terra amiga
que em meio a tantas luzes resplandece
e, vendo dissipar-se a treva antiga
ao sol do Eterno Rei brilha e se aquece.
—Que a mãe Igreja alegre-se igualmente
erguendo as velas deste fogo novo
e escutem reboando de repente
o aleluia cantado pelo povo.
Pres: —O Senhor esteja convosco!
Ass: —Ele está no meio de nós!
Pres: —Corações ao alto!
Ass: —O nosso coração está em Deus!
Pres: —Demos graças ao Senhor nosso Deus!
Ass: —É nosso dever e salvação!
—Sim, verdadeiramente é bom e justo
cantar ao Pai de todo o coração
e celebrar seu filho Jesus Cristo
tornado para nós, um novo Adão.
—Foi Ele quem pagou do outro a culpa
quando por nós à morte se entregou
para apagar o antigo documento
na cruz todo o seu sangue derramou.
—Ó noite de alegria verdadeira
que une de novo o céu e a terra inteira!
—Pois, eis, agora a Páscoa, nossa festa
em que o real Cordeiro se imolou
marcando nossas portas, nossas almas
com seu divino sangue nos salvou.
—Esta é Senhor, a noite em que do Egito
retirastes os filhos de Israel
transpondo o mar vermelho a pé enxuto
rumo à terra onde corre leite e mel.
—Ó noite de alegria verdadeira
que une de novo o céu e a terra inteira.
—Ó noite em que a Coluna Luminosa
as trevas do pecado dissipou
e aos que crêem no Cristo em toda a terra
em nosso povo eleito congregou!
—Ó noite em que Jesus rompeu o inferno
ao ressurgir da morte vencedor
de que nos valeria ter nascido
se não nos resgatasse seu amor?
—Ó noite de alegria verdadeira
que une de novo o céu e a terra inteira.
—Ó Deus, quão estupenda caridade
vemos no vosso gesto fulgurar
não hesitais em dar o próprio Filho
para a culpa dos servos resgatar.
—Ó pecado de Adão, indispensável
pois o Cristo o dissolve em seu amor
ó culpa tão feliz que há merecido
a graça de um tão grande Redentor.
—Ó noite de alegria verdadeira
que une de novo o céu e a terra inteira.
—Pois esta noite lava todo o crime
liberta o pecador dos seus grilhões
dissipa o ódio e dobra os poderosos
enche de luz e paz os corações.
—Ó noite de alegria verdadeira
que prostra o faraó, e ergue os hebreus,
que une de novo o céu e a terra inteira
pondo na treva humana a luz de Deus.
—Ó noite de alegria verdadeira
que une de novo o céu e a terra inteira.
—Na graça desta noite o vosso povo
acende um sacrifício de louvor
acolhei ó Pai Santo, o fogo novo
não perde ao dividir-se o seu fulgor.
—A cera virgem da abelha generosa
ao Cristo ressurgindo trouxe a luz
eis de novo a Coluna Luminosa
que o vosso povo pra o céu conduz.
—Ó noite de alegria verdadeira
que une de novo o céu e a terra inteira.
—O Círio que acendeu as nossas velas
possa esta noite toda fulgurar
misture sua luz à das estrelas
cintile quando o dia despontar.
—Que ele possa agradar-vos como o Filho
que triunfou da morte e vence o mal.
Deus que ascende no seu brilho
e um dia voltará sol triunfal!
—Ó noite de alegria verdadeira
que une de novo o céu e a terra inteira.
Segunda parte
Liturgia da Palavra
Nesta vigília, mãe de todas as vigílias, propõem-se nove leituras: sete do Antigo Testamento e duas do Novo (Epístola e Evangelho).
Por razões de ordem pastoral, pode-se diminuir o número de leituras do Antigo Testamento, tendo-se, porém, em conta que a leitura da Palavra de Deus é o principal elemento desta vigília. Leiam-se pelo menos três leituras do Antigo Testamento, ou, em casos especiais, ao menos duas. A leitura do Êxodo, cap. 14, nunca pode ser omitida.
EXORTAÇÃO
Apagando as velas, sentam-se todos. E antes de começarem as leituras, o sacerdote dirige-se ao povo com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres: Meus irmãos e minhas irmãs, tendo iniciado solenemente esta vigília, ouçamos no recolhimento desta noite a Palavra de Deus. Vejamos como ele salvou outrora o seu povo e nestes últimos tempos enviou seu Filho como Redentor. Peçamos que o nosso Deus leve à plenitude a salvação inaugurada na Páscoa.
Seguem-se as leituras. O leitor dirige-se ao ambão, onde faz a primeira leitura. Em seguida, o salmista ou cantor diz o salmo, ao qual o povo se associa pelo refrão. Depois todos se levantam e o sacerdote diz: Oremos. Após um momento de silêncio, diz a oração. Repete-se isso em todas as leituras.
PRIMEIRA LEITURA
(Gn 1, 1 – 2,2 )
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura do Livro do Gênesis.
No princípio Deus criou o céu e a terra. Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem e segundo a nossa semelhança, para que domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais de toda a terra, e sobre todos os répteis que rastejam sobre a terra.” E Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou: homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: “Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a! Dominai sobre os peixes do mar, sobre os pássaros do céu e sobre todos os animais que se movem sobre a terra.” E Deus disse: “Eis que vos entrego todas as plantas que dão semente sobre a terra, e todas as árvores que produzem fruto com sua semente, para vos servirem de alimento. E a todos os animais da terra, e a todas as aves do céu, e a tudo o que rasteja sobre a terra e que é animado de vida, eu dou todos os vegetais para alimento.” E assim se fez. E Deus viu tudo quanto havia feito, e eis que tudo era muito bom. Houve uma tarde e uma manhã: sexto dia.
Leitor: —Palavra do Senhor.
Ass: —Graças a Deus.
RESPONSÓRIO
O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
℟.—Enviai Senhor o vosso Espírito, e renovai a face da terra.
— Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! De majestade e esplendor vos revestis e de luz vos envolveis como num manto. ℟.
— A terra vós firmastes em suas bases, ficará firme pelos séculos sem fim; os mares a cobriam como um manto, e as águas envolviam as montanhas. ℟.
— Fazeis brotar em meio aos vales as nascentes que passam serpeando entre as montanhas; às suas margens vêm morar os passarinhos, entre os ramos eles erguem o seu canto. ℟.
— De vossa casa as montanhas irrigais, com vossos frutos saciais a terra inteira; fazeis crescer os verdes pastos para o gado e as plantas que são úteis para o homem. ℟.
— Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras, e que sabedoria em todas elas! Encheu-se a terra com as vossas criaturas! Bendize, ó minha alma, ao Senhor! ℟.
(https://www.youtube.com/watch?v=au6Jq3b-FyM)
ORAÇÃO
Pres: —Oremos...
—Deus eterno e todo-poderoso, que dispondes de modo admirável todas as vossas obras, dai aos que foram resgatados pelo vosso Filho a graça de compreender que o sacrifício do Cristo, nossa Páscoa, na plenitude dos tempos, ultrapassa em grandeza a criação do mundo, realizada no princípio. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: —Amém.
SEGUNDA LEITURA
(Gn 22, 1-18)
O leitor se dirige ao ambão para realizar a segunda leitura.
Leitor: Leitura do Livro do Gênesis.
Naqueles dias, Deus pôs Abraão à prova. Chamando-o, disse: “Abraão!” E ele respondeu: “Aqui estou.” E Deus disse: “Toma teu filho único, Isaac, a quem tanto amas, dirige-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre um monte que eu te indicar.” Chegados ao lugar indicado por Deus, Abraão ergueu um altar, colocou a lenha em cima, amarrou o filho e o pôs sobre a lenha em cima do altar. Depois, estendeu a mão, empunhando a faca para sacrificar o filho. E eis que o anjo do Senhor gritou do céu, dizendo: “Abraão! Abraão!” Ele respondeu: “Aqui estou!” E o anjo lhe disse: “Não estendas a mão contra teu filho e não lhe faças nenhum mal! Agora sei que temes a Deus, pois não me recusaste teu filho único.” Abraão, erguendo os olhos, viu um carneiro preso num espinheiro pelos chifres; foi buscá-lo e ofereceu-o em holocausto no lugar do seu filho. O anjo do Senhor chamou Abraão, pela segunda vez, do céu, e lhe disse: “Juro por mim mesmo - oráculo do Senhor -, uma vez que agiste desse modo e não me recusaste teu filho único, eu te abençoarei e tornarei tão numerosa tua descendência como as estrelas do céu e como as areias da praia do mar. Teus descendentes conquistarão as cidades dos inimigos. Por tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra, porque me obedeceste.”
Leitor: —Palavra do Senhor.
Ass: —Graças a Deus.
RESPONSÓRIO
O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
℟.—Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!
— Ó Senhor, sois minha herança e minha taça, meu destino está seguro em vossas mãos! Tenho sempre o Senhor ante meus olhos, pois se o tenho a meu lado não vacilo. ℟.
— Eis porque meu coração está em festa, minha alma rejubila de alegria, e até meu corpo no repouso está tranquilo; pois não haveis de me deixar entregue à morte, nem vosso amigo conhecer a corrupção. ℟.
— Vós me ensinais vosso caminho para a vida; junto a vós, felicidade sem limites, delícia eterna e alegria ao vosso lado! ℟.
(https://www.youtube.com/watch?v=oBUS61vRlxg)
ORAÇÃO
Pres: —Oremos...
—Ó Deus, Pai de todos os fiéis, vós multiplicais por toda a terra os filhos da vossa promessa derramando sobre eles a graça da adoção e, pelo sacramento pascal, tornais o vosso servo Abraão pai de todas as nações, como lhe tínheis prometido. Concedei, portanto, a todos os povos a graça de responder ao vosso chamado. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: —Amém.
A seguinte leitura nunca seja omitida, parcialmente ou, muito menos, por completa. Portanto, sua leitura seja integral.
TERCEIRA LEITURA
(Ex 14, 15 – 15,1)
O leitor se dirige ao ambão para realizar a terceira leitura.
Leitor: Leitura do Livro do Êxodo.
Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés: “Por que clamas a mim por socorro? Dize aos filhos de Israel que se ponham em marcha. Quanto a ti, ergue a vara, estende o braço sobre o mar e divide-o, para que os filhos de Israel caminhem em seco pelo meio do mar. De minha parte, endurecerei o coração dos egípcios, para que sigam atrás deles, e eu seja glorificado às custas do Faraó e de todo o seu exército, dos seus carros e cavaleiros. E os egípcios saberão que eu sou o Senhor, quando eu for glorificado às custas do Faraó, dos seus carros e cavaleiros.” Então, o anjo do Senhor, que caminhava à frente do acampamento dos filhos de Israel, mudou de posição e foi para trás deles; e com ele, ao mesmo tempo, a coluna de nuvem, que estava na frente, colocou-se atrás, inserindo-se entre o acampamento dos egípcios e o acampamento dos filhos de Israel. Para aqueles a nuvem era tenebrosa, para estes, iluminava a noite. Assim, durante a noite inteira, uns não puderam aproximar- -se dos outros. Moisés estendeu a mão sobre o mar, e durante toda a noite o Senhor fez soprar sobre o mar um vento leste muito for- te; e as águas se dividiram. Então, os filhos de Israel entraram pelo meio do mar a pé enxuto, enquanto as águas formavam como que uma muralha à direita e à esquerda. Os egípcios puseram-se a persegui-los, e todos os cavalos do Faraó, carros e cavaleiros os seguiram mar adentro. Ora, de madrugada, o Senhor lançou um olhar, desde a coluna de fogo e da nuvem, sobre as tropas egípcias e as pôs em pânico. Bloqueou as rodas dos seus carros, de modo que só a muito custo podiam avançar. Disseram, então, os egípcios: “Fujamos de Israel! Pois o Senhor combate a favor deles, contra nós.” O Senhor disse a Moisés: “Estende a mão sobre o mar, para que as águas se voltem contra os egípcios, seus carros e cavaleiros.” Moisés estendeu a mão sobre o mar e, ao romper da manhã, o mar voltou ao seu leito normal, enquanto os egípcios, em fuga, corriam ao encontro das águas, e o Senhor os mergulhou no meio das ondas. As águas voltaram e cobriram carros, cavaleiros e todo o exército do Faraó, que tinha entrado no mar em perseguição a Israel. Não escapou um só. Os filhos de Israel, ao contrário, tinham passado a pé enxuto pelo meio do mar, cujas águas lhes formavam uma muralha à direita e à esquerda. Naquele dia, o Senhor livrou Israel da mão dos egípcios, e Israel viu os egípcios mortos nas praias do mar, e a mão poderosa do Senhor agir contra eles. O povo temeu o Senhor, e teve fé no Senhor e em Moisés, seu servo. Então, Moisés e os filhos de Israel cantaram ao Senhor este cântico:
RESPONSÓRIO
O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
℟.—Cantemos ao Senhor que fez brilhar a sua glória!
— Ao Senhor quero cantar, pois fez brilhar a sua glória: precipitou no mar Vermelho o cavalo e o cavaleiro! O Senhor é minha força, é a razão do meu cantar, pois foi ele neste dia para mim libertação! ℟.
— Ele é meu Deus e o louvarei, Deus de meu pai, e o honrarei. O Senhor é um Deus guerreiro, o seu nome é “Onipotente”: os soldados e os carros do Faraó jogou no mar, seus melhores capitães afogou no mar Vermelho. ℟.
— Afundaram como pedras e as ondas os cobriram. Ó Senhor, o vosso braço é duma força insuperável! Ó Senhor, o vosso braço esmigalhou os inimigos! ℟.
— Vosso povo levareis e o plantareis em vosso Monte, no lugar que preparastes para a vossa habitação, no Santuário construído pelas vossas próprias mãos. O Senhor há de reinar eternamente, pelos séculos! ℟.
(https://www.youtube.com/watch?v=NrNmziZ_1RU)
ORAÇÃO
Pres: —Oremos...
—Ó Deus, vemos brilhar ainda em nossos dias as vossas antigas maravilhas. Como manifestastes outrora o vosso poder, libertando um só povo da perseguição do Faraó, realizais agora a salvação de todas as nações, fazendo-as renascer nas águas do batismo. Concedei a todos os seres humanos tornarem-se filhos de Abraão e membros do vosso povo eleito. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: —Amém.
QUARTA LEITURA
(Is 54, 5-14)
O leitor se dirige ao ambão para realizar a quarta leitura.
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías.
Teu esposo é aquele que te criou, seu nome é Senhor dos exércitos; teu redentor, o Santo de Israel, chama-se Deus de toda a terra. O Senhor te chamou, como a mulher abandonada e de alma aflita; como a esposa repudiada na mocidade, falou o teu Deus. Por um breve instante eu te abandonei, mas com imensa compaixão volto a acolher-te. Num momento de indignação, por um pouco ocultei de ti minha face, mas com misericórdia eterna compadeci-me de ti, diz teu salvador, o Senhor. Como fiz nos dias de Noé, a quem jurei nunca mais inundar a terra, assim juro que não me irritarei contra ti nem te farei ameaças. Podem os montes recuar e as colinas abalar-se, mas minha misericórdia não se apartará de ti, nada fará mudar a aliança de minha paz, diz o teu misericordioso Senhor. Pobrezinha, batida por vendavais, sem nenhum consolo, eis que assentarei tuas pedras sobre rubis, e tuas bases sobre safiras; revestirei de jaspe tuas fortificações, e teus portões, de pedras preciosas, e todos os teus muros, de pedra escolhida. Todos os teus filhos serão discípulos do Senhor, teus filhos possuirão muita paz; terás a justiça por fundamento. Longe da opressão, nada terás a temer; serás livre do terror, porque ele não se aproximará de ti.
Leitor: —Palavra do Senhor.
Ass: —Graças a Deus.
RESPONSÓRIO
O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
℟.—Eu vos exalto, ó Senhor, pois me livrastes!
— Eu vos exalto, ó Senhor, pois me livrastes, e não deixastes rir de mim meus inimigos! Vós tirastes minha alma dos abismos e me salvastes, quando estava já morrendo! ℟.
— Cantai salmos ao Senhor, povo fiel, dai-lhe graças e invocai seu santo nome! Pois sua ira dura apenas um momento, mas sua bondade permanece a vida inteira; se à tarde vem o pranto visitar-nos, de manhã vem saudar-nos a alegria. ℟.
— Escutai-me, Senhor Deus, tende piedade! Sede, Senhor, o meu abrigo protetor! Transformastes o meu pranto em uma festa, Senhor meu Deus, eternamente hei de louvar-vos! ℟.
(https://www.youtube.com/watch?v=UPYw9P6TXgQ)
ORAÇÃO
Pres: —Oremos...
—Deus eterno e todo-poderoso, para a glória do vosso nome, multiplicai o que prometestes aos nossos pais por causa da sua fé e aumentai pela adoção divina os filhos da promessa. Possa a Igreja reconhecer que já se realizou em grande parte a promessa da qual os santos Patriarcas jamais duvidaram. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: —Amém.
QUINTA LEITURA
(Is 55, 1-11)
O leitor se dirige ao ambão para realizar a quinta leitura.
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías.
Assim diz o Senhor: “Ó vós todos que estais com sede, vinde às águas; vós que não tendes dinheiro, apressai-vos, vinde e comei, vinde comprar sem dinheiro, tomar vinho e leite, sem nenhuma paga. Por que gastar dinheiro com outra coisa que não o pão; desperdiçar o salário, senão com satisfação completa? Ouvi-me com atenção, e alimentai-vos bem, para deleite e revigoramento do vosso corpo. Inclinai vosso ouvido e vinde a mim, ouvi e tereis vida; farei convosco um pacto eterno, manterei fielmente as graças concedidas a Davi. Eis que fiz dele uma testemunha para os povos, chefe e mestre para as nações. Eis que chamarás uma nação que não conhecias, e acorrerão a ti povos que não te conheciam, por causa do Senhor, teu Deus, e do Santo de Israel, que te glorificou. Buscai o Senhor, enquanto pode ser achado; invocai-o, enquanto ele está perto. Abandone o ímpio seu caminho, e o homem injusto, suas maquinações; volte para o Senhor, que terá piedade dele, volte para nosso Deus, que é generoso no perdão. Meus pensamentos não são como os vossos pensamentos, e vossos caminhos não são como os meus caminhos, diz o Senhor. Estão meus caminhos tão acima dos vossos caminhos e meus pensamentos acima dos vossos pensamentos, quanto está o céu acima da terra. Como a chuva e a neve descem do céu e para lá não voltam mais, mas vêm irrigar e fecundar a terra, e fazê-la germinar e dar semente, para o plantio e para a alimentação, assim a palavra que sair de minha boca: não voltará para mim vazia; antes, realizará tudo que for de minha vontade e produzirá os efeitos que pretendi, ao enviá-la.”
Leitor: —Palavra do Senhor.
Ass: —Graças a Deus.
RESPONSÓRIO
O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
℟.—Com alegria bebereis do manancial da salvação.
— Eis o Deus, meu Salvador, eu confio e nada temo; o Senhor é minha força, meu louvor e salvação. Com alegria bebereis do manancial da salvação. ℟.
℟.— E direis naquele dia: “Dai louvores ao Senhor, invocai seu santo nome, anunciai suas maravilhas, entre os povos proclamai que seu nome é o mais sublime. ℟.
℟.— Louvai cantando ao nosso Deus, que fez prodígios e portentos, publicai em toda a terra suas grandes maravilhas! Exultai cantando alegres, habitantes de Sião, porque é grande em vosso meio o Deus Santo de Israel!” ℟.
(https://www.youtube.com/watch?v=YVpdKSd_QK4)
ORAÇÃO
Pres: —Oremos...
—Deus eterno e todo-poderoso, única esperança do mundo, pela voz dos profetas anunciastes os mistérios que hoje se realizam. Aumentai benigno o fervor do vosso povo, pois nenhum dos vossos filhos poderá progredir na virtude sem o auxílio da vossa graça. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: —Amém.
SEXTA LEITURA
(Br 3, 9-15. 32-4,4)
O leitor se dirige ao ambão para realizar a sexta leitura.
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Baruc.
Ouve, Israel, os preceitos da vida; presta atenção, para aprenderes a sabedoria. Que se passa, Israel? Como é que te encontras em terra inimiga? Envelheceste num país estrangeiro, e te contaminaste com os mortos, foste contado entre os que descem à mansão dos mortos. Abandonaste a fonte da sabedoria! Se tivesses continuado no caminho de Deus, viverias em paz para sempre. Aprende onde está a sabedoria, onde está a fortaleza e onde está a inteligência, e aprenderás também onde está a longevidade e a vida, onde está o brilho dos olhos e a paz. Quem descobriu onde está a sabedoria? Quem penetrou em seus tesouros? Aquele que tudo sabe, conhece-a, descobriu-a com sua inteligência; aquele que criou a terra para sempre e a encheu de animais e quadrúpedes; aquele que manda a luz, e ela vai, chama-a de volta, e ela obedece tremendo. As estrelas cintilam em seus postos de guarda e alegram-se; ele chamou-as, e elas respondem: “Aqui estamos”; e alumiam com alegria o que as fez. Este é o nosso Deus, e nenhum outro pode comparar-se com ele. Ele revelou todo o caminho da sabedoria a Jacó, seu servo, e a Israel, seu bem-amado. Depois, ela foi vista sobre a terra e habitou entre os homens. A sabedoria é o livro dos mandamentos de Deus, é a lei que permanece para sempre. Todos os que a seguem, têm a vida, e os que a abandonam, têm a morte. Volta-te, Jacó, e abraça-a; marcha para o esplendor, à sua luz. Não dês a outro a tua glória nem cedas a uma nação estranha teus privilégios. Ó Israel, felizes somos nós, porque nos é dado conhecer o que agrada a Deus.
Leitor: —Palavra do Senhor.
Ass: —Graças a Deus.
RESPONSÓRIO
O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
℟.—Vossas palavras Senhor, são palavras de vida eterna!
— A lei do Senhor Deus é perfeita, conforto para a alma! O testemunho do Senhor é fiel, sabedoria dos humildes. ℟.
— Os preceitos do Senhor são precisos, alegria ao coração. O mandamento do Senhor é brilhante, para os olhos é uma luz. ℟.
— É puro o temor do Senhor, imutável para sempre. Os julgamentos do Senhor são corretos e justos igualmente. ℟.
— Mais desejáveis do que o ouro são eles, do que o ouro refinado. Suas palavras são mais doces que o mel, que o mel que sai dos favos. ℟.
(https://www.youtube.com/watch?v=vkKqp8cyY44)
ORAÇÃO
Pres: —Oremos...
—Ó Deus, que fazeis a vossa Igreja crescer sempre mais chamando para ela todos os povos, guardai sob a vossa contínua proteção os que purificais na água do Batismo.Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: —Amém.
SÉTIMA LEITURA
(Ez 36, 16-17a. 18-28)
O leitor se dirige ao ambão para realizar a setima leitura.
Leitor: Leitura da Profecia de Ezequiel
A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: “Filho do homem, os da casa de Israel estavam morando em sua terra. Mancharam-na com sua conduta e suas más ações. Então derramei sobre eles a minha ira, por causa do sangue que derramaram no país e dos ídolos com os quais o mancharam. Eu dispersei-os entre as nações, e eles foram espalhados pelos países. Julguei-os de acordo com sua conduta e suas más ações. Quando eles chegaram às nações para onde foram, profanaram o meu santo nome; pois deles se comentava: ‘Esse é o povo do Senhor; mas tiveram de sair do seu país!‘ Então eu tive pena do meu santo nome que a casa de Israel estava profanando entre as nações para onde foi. Por isso, dize à casa de Israel: ‘Assim fala o Senhor Deus: Não é por causa de vós que eu vou agir, casa de Israel, mas por causa do meu santo nome, que profanastes entre as nações para onde fostes. Vou mostrar a santidade do meu grande nome, que profanastes no meio das nações. As nações saberão que eu sou o Senhor — oráculo do Senhor Deus — quando eu manifestar minha santidade à vista delas por meio de vós. Eu vos tirarei do meio das nações, vos reunirei de todos os países, e vos conduzirei para a vossa terra. Derramarei sobre vós uma água pura, e sereis purificados. Eu vos purificarei de todas as impurezas e de todos os ídolos. Eu vos darei um coração novo e porei um espírito novo dentro de vós. Arrancarei do vosso corpo o coração de pedra e vos darei um coração de carne; porei o meu espírito dentro de vós e farei com que sigais a minha lei e cuideis de observar os meus mandamentos. Habitareis no país que dei a vossos pais. Sereis o meu povo e eu serei o vosso Deus.‘”
Leitor: —Palavra do Senhor.
Ass: —Graças a Deus.
RESPONSÓRIO
O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
℟.—Minh'alma tem sede de Deus, e deseja o Deus vivo!
— A minh‘alma tem sede de Deus, e deseja o Deus vivo. Quando terei a alegria de ver a face de Deus? ℟.
— Peregrino e feliz caminhando para a casa de Deus, entre gritos, louvor e alegria da multidão jubilosa. ℟.
— Enviai vossa luz, vossa verdade: elas serão o meu guia; que me levem ao vosso Monte santo, até a vossa morada! ℟.
— Então irei aos altares do Senhor, Deus da minha alegria. Vosso louvor cantarei, ao som da harpa, meu Senhor e meu Deus! ℟.
(https://www.youtube.com/watch?v=DI89Y1fbxtM)
ORAÇÃO
Pres: —Oremos...
—Ó Deus, força imutável e luz que não se apaga, olhai com bondade o mistério de toda a vossa Igreja e conduzi pelos caminhos da paz a obra da salvação, que concebestes desde toda a eternidade. O mundo todo veja e experimente que se levanta o que estava caído, que o velho se torna novo e que tudo volta à integridade primitiva, por Cristo, princípio de todas as coisas. Ele, que vive e reina pelos séculos dos séculos.
Ass: —Amém.
HINO DE LOUVOR
Após a oração e o responsório da última leitura do Antigo Testamento, acendem-se as velas do altar e o sacerdote entoa o hino Glória a Deus nas alturas, que todos cantam, enquanto se tocam os sinos, segundo o costume do lugar.
—Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!
(https://www.youtube.com/watch?v=A2EdwMnXDTk)
ORAÇÃO DO DIA
Terminado o hino, o sacerdote diz a oração do dia como de costume.
Pres: —Oremos....
—O Deus, que iluminais esta noite santa com a glória da ressurreição do Senhor, despertai na vossa Igreja o espírito filial para que, inteiramente renovados, vos sirvamos de todo o coração. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass: —Amém.
OITAVA LEITURA
(Rm 6,3-11)
O leitor lê a epístola.
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.
Irmãos: Será que ignorais que todos nós, batizados em Jesus Cristo, é na sua morte que fomos batizados? Pelo batismo na sua morte, fomos sepultados com ele, para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim também nós levemos uma vida nova. Pois, se fomos de certo modo identificados a Jesus Cristo por uma morte semelhante à sua, seremos semelhantes a ele também pela ressurreição. Sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com Cristo, para que seja destruído o corpo de pecado, de maneira a não mais servirmos ao pecado. Com efeito, aquele que morreu está livre do pecado. Se, pois, morremos com Cristo, cremos que também viveremos com ele. Sabemos que Cristo ressuscitado dos mortos não morre mais; a morte já não tem poder sobre ele. Pois aquele que morreu, morreu para o pecado uma vez por todas; mas aquele que vive, é para Deus que vive. Assim, vós também considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus, em Jesus Cristo.
Leitor: —Palavra do Senhor.
Ass: —Graças a Deus.
SOLENE ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Terminada a epístola, todos se levantam e o sacerdote entoa solenemente o Aleluia, que todos repetem. Em seguida, o salmista ou o cantor diz o salmo, ao qual o povo responde com o Aleluia. Se for necessário, o próprio salmista entoa o Aleluia.
—Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia!
Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia!
—Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia!
Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia!
(https://www.youtube.com/watch?v=ZkfdVOXexcw)
EVANGELHO
(Mt 28, 1-10)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso, e diz:
Diác ou Sac: —O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: —Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: —Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: —Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
—Depois do sábado, ao amanhecer do primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. De repente, houve um grande tremor de terra: o anjo do Senhor desceu do céu e, aproximando-se, retirou a pedra e sentou-se nela. Sua aparência era como um relâmpago, e suas vestes eram brancas como a neve. Os guardas ficaram com tanto medo do anjo, que tremeram, e ficaram como mortos.
—Então o anjo disse às mulheres: “Não tenhais medo! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui! Ressuscitou, como havia dito! Vinde ver o lugar em que ele estava. Ide depressa contar aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos, e que vai à vossa frente para a Galileia. Lá vós o vereis. É o que tenho a dizer-vos”.
—As mulheres partiram depressa do sepulcro. Estavam com medo, mas correram com grande alegria, para dar a notícia aos discípulos. De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse: “Alegrai-vos!” As mulheres aproximaram-se, e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés. Então Jesus disse a elas: “Não tenhais medo. Ide anunciar aos meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá eles me verão”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: —Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: —Glória a vós, Senhor.
HOMILIA
Após o Evangelho, faz-se a homilia e procede-se à liturgia batismal.
Terceira parte
Liturgia Batismal
O sacerdote e os ministros dirigem-se ao batistério, se este pode ser visto pelos fiéis. Caso contrário, coloca-se o recipiente com água no próprio presbitério.
EXORTAÇÃO
O sacerdote exorta o povo com estas palavras ou outras semelhantes:
Se não houver Batismo, mas só a bênção da água batismal:
Pres: Meus irmãos e minhas irmãs, invoquemos sobre estas águas a graça de Deus Pai onipotente, para que em Cristo sejam reunidos aos filhos adotivos aqueles que renascerem pelo batismo.
LADAINHA DE TODOS OS SANTOS
Dois cantores entoam a ladainha, à qual todos respondem de pé (por ser tempo pascal).
Se o batistério é distante, canta-se a ladainha durante a procissão. A procissão é precedida pelo círio pascal, seguido pelos catecúmenos e padrinhos, e depois, pelo sacerdote e os ministros. Neste caso, a exortação é feita antes da bênção da água.
Podem-se acrescentar alguns nomes à lista dos santos, sobretudo os padroeiros da igreja, do lugar e dos catecúmenos.
(https://www.youtube.com/watch?v=NRHEOpWMrLQ)
— Kyrie eleison. ℟.: —Kyrie eleison.
— Christe eleison. ℟.: —Christe eleison.
— Kyrie eleison. ℟.: —Kyrie eleison.
— Santa Maria, mãe de Deus, ℟.: —rogai phor nós.
— São Miguel, ℟.: —rogai phor nós.
— Santos Anjos de Deus, ℟.: —rogai phor nós.
— São João Batista, ℟.: —rogai phor nós.
— São José, ℟.: —rogai phor nós.
— São Pedro e São Paulo, ℟.: —rogai phor nós.
— Santo André, ℟.: —rogai phor nós.
— São Tiago, ℟.: —rogai phor nós.
— São João, ℟.: —rogai phor nós.
— São Tomé, ℟.: —rogai phor nós.
— São Filipe, ℟.: —rogai phor nós.
— São Bartolomeu, ℟.: —rogai phor nós.
— São Mateus, ℟.: —rogai phor nós.
— São Simão, ℟.: —rogai phor nós.
— São Tadeu, ℟.: —rogai phor nós.
— São Matias, ℟.: —rogai phor nós.
— Santa Maria Madalena, ℟.: —rogai phor nós.
— Santo Estevão, ℟.: —rogai phor nós.
— Santo Inácio de Antioquia, ℟.: —rogai phor nós.
— São Lourenço, ℟.: —rogai phor nós.
— Santas Perpetua e Felicidade, ℟.: —rogai phor nós.
— Santa Inês, ℟.: —rogai phor nós.
— São Gregório, ℟.: —rogai phor nós.
— Santo Agostinho, ℟.: —rogai phor nós.
— Santo Atanásio, ℟.: —rogai phor nós.
— São Basílio, ℟.: —rogai phor nós.
— São Martinho, ℟.: —rogai phor nós.
— São Bento, ℟.: —rogai phor nós.
— São Francisco e São Domingos, ℟.: —rogai phor nós.
— São Francisco Xavier, ℟.: —rogai phor nós.
— São João Maria Vianney, ℟.: —rogai phor nós.
— Santa Catarina de Sena, ℟.: —rogai phor nós.
— Santa Teresa de Jesus, ℟.: —rogai phor nós.
— Todos os santos e santas de Deus, ℟.: —rogai phor nós.
— Sede-nos propício, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Para que nos livreis de todo mal, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Para que nos livreis de todo pecado, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Para que nos livreis da morte eterna, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Pela vossa encarnação, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Pela vossa morte e ressurreição, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Pela efusão do Espírito Santo, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Apesar de nossos pecados, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis conduzir e proteger a vossa Igreja, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis conservar no vosso santo serviço o Papa, os Bispos e todo o clero, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis abençoar estes Eleitos, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis abençoar e santificar estes Eleitos, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis abençoar, santificar e consagrar estes Eleitos, ℟.: ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis conceder a todos os povos a paz e a verdadeira concórdia, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis manifestar a vossa misericórdia a todos que sofrem tribulações, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Para que vos digneis conservar-nos e confortar-nos no vosso santo serviço, ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Jesus, Filho do Deus vivo. ℟.: —ouvi-nos, Senhor.
— Cristo, ouvi-nos. ℟.: —Cristo, ouvi-nos.
— Cristo, atendei-nos. ℟.: —Cristo, atendei-nos.
BÊNÇÃO DA ÁGUA BATISMAL
O sacerdote, de mãos unidas, diz a seguinte oração:
Pres: —Ó Deus, pelos sinais visíveis dos sacramentos, realizais maravilhas invisíveis. Ao longo da história da salvação, vós vos servistes da água para fazer-nos conhecer a graça do batismo. Já na origem do mundo, vosso espírito pairava sobre as águas para que elas concebessem a força de santificar. Nas próprias águas do dilúvio prefigurastes o nascimento da nova humanidade, de modo que a mesma água sepultasse os vícios e fizesse nascer a santidade. Concedestes aos filhos de Abraão atravessar o mar Vermelho a pé enxuto, para que, livres da escravidão, prefigurassem o povo nascido na água do batismo. Vosso Filho, ao ser batizado nas águas do Jordão, foi ungido pelo Espírito Santo. Pendente da cruz, do seu coração aberto pela lança fez correr sangue e água. Após sua ressurreição, ordenou aos apóstolos: “Ide, fazei meus discípulos todos os povos, e batizai-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.” Olhai agora, ó Pai, a vossa Igreja, e fazei brotar para ela a água do batismo. Que o Espírito Santo dê, por esta água, a graça do Cristo, a fim de que o ser humano, criado à vossa imagem, seja lavado da antiga culpa pelo batismo e renasça pela água e pelo Espírito Santo para uma vida nova.
O sacerdote, se for oportuno, mergulha o Círio na água uma ou três vezes, dizendo:
Nós vos pedimos, ó Pai, que por vosso Filho desça sobre toda esta água a força do Espírito Santo.
E, mantendo o círio na água, continua:
E todos os que, pelo batismo, forem sepultados na morte com Cristo, ressuscitem com ele para a vida. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
ACLAMAÇÃO
O sacerdote retira o Círio da água, enquanto o povo aclama:
—Fontes do Senhor, bendizei o Senhor!
Louvai-o e exaltai-o para sempre!
(https://www.youtube.com/watch?v=SrIZBJ8Hjc0)
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RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS DO BATISMO
Após o rito do batismo (e confirmação), ou, se não houver batismo, após a bênção da água, todos, de pé e com as velas acesas, renovam as promessas do batismo. O sacerdote dirige-se aos fiéis com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres: Meus irmãos e minhas irmãs, pelo mistério pascal fomos no batismo sepultados com Cristo para vivermos com ele uma vida nova. Por isso, terminados os exercícios da Quaresma, renovemos as promessas do nosso batismo, pelas quais já renunciamos a Satanás e suas obras, e prometemos servir a Deus na Santa Igreja Católica. Portanto:
Pres: Para viver na liberdade dos filhos de Deus, renunciais ao pecado?
Ass: Renuncio.
Pres: Para viver como irmãos e irmãs, renunciais a tudo o que vos possa desunir, para que o pecado não domine sobre vós?
Ass: Renuncio.
Pres: Para seguir Jesus Cristo, renunciais ao demônio, autor e princípio do pecado?
Ass: Renuncio.
Em seguida, o sacerdote prossegue:
Pres: Credes em Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra?
Ass: Creio.
Pres: Credes em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que nasceu da Virgem Maria, padeceu e foi sepultado, ressuscitou dos mortos e subiu ao céu?
Ass: Creio.
Pres: Credes no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição dos mortos e na vida eterna?
Ass: Creio.
Pres: O Deus todo-poderoso, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos fez renascer pela água e pelo Espírito Santo e nos concedeu o perdão de todo pecado, guarde-nos em sua graça para a vida eterna, no Cristo Jesus, nosso Senhor.
Ass: Amém.
ASPERSÃO
O sacerdote asperge o povo com a água benta, enquanto todos cantam:
—Banhados em Cristo
somos uma nova criatura.
As coisas antigas já se passaram,
somos nascidos de novo.
—Aleluia, aleluia, aleluia,
aleluia, aleluia, aleluia.
—Banhados em Cristo
somos uma nova criatura.
As coisas antigas já se passaram,
somos nascidos de novo.
—Aleluia, aleluia, aleluia,
aleluia, aleluia, aleluia.
(https://www.youtube.com/watch?v=mTYJR45ca8U)
Liturgia Eucarística
Preparação das oferendas
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal:
1. —Bendito sejas, ó Rei da glória,
Ressuscitado Senhor da Igreja!
Aqui trazemos as nossas ofertas! ℟.
℟.—Vê com bons olhos nossas humildes ofertas,
tudo que temos, seja pra ti, ó Senhor!
2. —Vidas se encontram no altar de Deus,
gente se doa, dom que se imola.
aqui trazemos as nossas ofertas! ℟.
3. —Maior motivo de oferenda, pois,
o Senhor ressuscitou,
para que todos tivessem vida. ℟.
4. —Irmãos da terra, irmãos do céu,
juntos cantemos glória ao Senhor.
Aqui trazemos as nossas ofertas! ℟.
(https://www.youtube.com/watch?v=vVUhJsfY_Dc)
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos, e diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do Seu nome, para nosso bem e de toda a sua Santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas:
Pres: —Acolhei, Senhor, com estas oferendas, as preces do vosso povo e fazei que o sacrifício inaugurado no mistério pascal nos sirva, por vossa graça, de remédio para a vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: —Amém.
PREFÁCIO DA PÁSCOA I (O.E. II)
O mistério pascal
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: —O Senhor esteja convosco!
Ass: —Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: —Corações ao alto!
Ass: —O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: —Demos graças ao Senhor, nosso Deus!
Ass: —É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o Prefácio.
Pres: —Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação proclamar a vossa glória, ó Pai, em todo tempo, mas, com maior júbilo, louvar-vos nesta noite, porque Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. É ele o verdadeiro Cordeiro, que tirou o pecado do mundo; morrendo, destruiu a nossa morte e, ressurgindo, restaurou a vida. Por isso, transbordando de alegria pascal, exulta a criação por toda a terra; também as Virtudes celestes e as Potestades angélicas proclamam um hino à vossa glória, cantando a uma só voz...
Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:
Ass: —Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
(https://www.youtube.com/watch?v=StAvOkX_vmI)
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Ass: Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças deu graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
Ass: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
Ass: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada na noite santíssima da ressurreição de Cristo Senhor dentre os mortos;
* que ela cresça na caridade, em comunhão com o papa Leão XIV, com o nosso bispo Vicente os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
A assembleia aclama:
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
Ass: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
Une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres: —Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
Ass: —Amém.
Rito da Comunhão
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres: Guiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós, elevemos as mãos ao Pai e cantemos juntos a oração que o próprio Jesus nos ensinou...
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: —Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
(https://www.youtube.com/watch?v=8kNfnNU45gw)
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco!
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
Pres: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz!
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio; Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: —Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
—Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
—Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
(https://www.youtube.com/watch?v=hmBW49XO2iU)
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu; se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
℟.—Não procureis entre os mortos
Jesus Ressuscitado!
Ele não está no túmulo.
ressuscitou como dissera, aleluia!
ressuscitou como dissera, aleluia!
1. —Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!
“Eterna é a sua misericórdia!”
A casa de Israel agora o diga:
“Eterna é a sua misericórdia!” ℟.
2. —É melhor buscar refúgio no Senhor
do que pôr no ser humano a esperança;
é melhor buscar refúgio no Senhor
do que contar com os poderosos deste mundo! ℟.
3. —O Senhor é minha força e o meu canto
e tornou-se para mim o Salvador.
Clamores de alegria e de vitória
ressoem pelas tendas dos fiéis. ℟.
4. —A mão direita do Senhor fez maravilhas,
a mão direita do Senhor me levantou.
Não morrerei, mas ao contrário, viverei
para cantar as grandes obras do Senhor! ℟.
(https://www.youtube.com/watch?v=Ftu1kO8BIzE)
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo diz de mãos unidas:
Pres: —Oremos...
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão:
Pres: —Derramai em nós, Senhor, o Espírito do vosso amor, e fazei que vivam concordes na piedade os que saciastes com os sacramentos pascais. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: —Amém.
Ritos Finais
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres: —O Senhor esteja convosco!
Ass: —Ele está no meio de nós.
Pres: —Deus todo-poderoso vos abençoe nesta solenidade pascal e vos proteja contra todo pecado.
Ass: —Amém.
Pres: —Aquele que vos renova para a vida eterna, pela ressurreição do seu Filho, vos enriqueça com o dom da imortalidade.
Ass: —Amém.
Pres: —E vós que, transcorridos os dias da paixão do Senhor, celebrais com júbilo a festa da Páscoa, possais chegar, pela graça de Deus, com o coração exultante, à festa das alegrias eternas.
Ass: —Amém.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres: —E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho † e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
Ass: —Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
Pres ou Diác: —A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz, e o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia.
O povo responde:
Ass: —Graças a Deus, aleluia, aleluia.
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Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se, com o canto:
℟.— O Ressuscitado vive entre nós
Amém, aleluia!
1. —Não temais, irmãos
Eu estive morto
Mas agora vivo
Vivo para sempre. Amém. ℟.
2. —Não temais, irmãos
Eu sou o primeiro
Último também
Eu sou o vivente. Amém. ℟.
3. —Não temais, irmãos
Tenho em mãos as chaves
Que da morte foram
Hoje são vitória. Amém. ℟.
4. —Não temais, irmãos
Paz convosco esteja!
Vós sereis felizes
Crendo sem ter visto. Amém. ℟.
(https://www.youtube.com/watch?v=r8rfyjbM7mQ)